sexta-feira, maio 11, 2018

Missa Campal | Reportagem Santo Cristo 2018 [6 maio]

A missa foi acompanhada pelo coro e orquestra do Conservatório. O Campo estava repleto de pessoas. Eu lá fiquei num cantinho, junto à plataforma da RTP. O Cameraman deixou-me pousar a mochila e os pincíes e isso deu-me maior conforto enquanto desenhava.
A missa foi acompanhada pelo coro e orquestra do Conservatório Regional de Ponta Delgada e juntaram-se meninos de outras ilhas. Tive imensa dificuldade em apanhar a Mestrina - a Professora Ana Paula Andrade - estava imparável.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                              «in situ»

quinta-feira, maio 10, 2018

Mudança da Imagem | Reportagem Santo Cristo 2018 [6 maio]

A Mudança da imagem para a igreja de São José deu-se à meia noite. Ainda fui, com a Maura, tentar desenhar durante a Vigília em São José. Seguimos a multidão, assistimos à celebração da eucaristia (sem desenhar) e quando terminou já estávamos muito cansadas e desistimos da ideia inicial.  Fomos para casa descansar para conseguirmos estar aptas para desenhar o dia seguinte. À saída demos de frente com a Carolina Furtado, estava a chegar. Acredito que tenha desenhado alguma coisa e que mostre aqui.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, marcador acrílico e grafite)                                       «in situ»

Mudança da Imagem | Reportagem Santo Cristo 2018 [5 maio]

Após o Te Deum, fomos (eu e a Celeste) a correr para a Santa Casa da Misericórdia para nos juntarmos a alguns elementos do grupo que lá estavam a desenhar (outros encontravam-se no forte de São Brás e distribuídos pelo Campo). Não tive tempo de chegar à varanda, e abri uma das janelas no vão das escadas (entre pisos) e foi o que captei. Mais tarde apliquei - simbolicamente - alguns verdes.
Depois vim até à entrada do edifício que considero muito bonita e enquanto conversava com o Sérgio Ávila sobre os Açores e projetos (...) desenhei calmamente o espaço. Em último plano coloquei aqueles que passavam na procissão e a Celeste, mais próxima de mim, sentada na escadaria a desenhar. E lá subi a escadaria para aceder à vista magnifica que o sr. Provedor da Santa Casa nos proporcionou. Apenas iniciei um desenho, mas não concluí. Pensei continuá-lo no dia seguinte, na Procissão.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, marcador acrílico e grafite)                                       «in situ»

Porta Regral e TE DEUM | Reportagem Santo Cristo 2018 [5 maio]

À Porta Regral justapunha-se um tapete -púrpura- de pétalas de rosa. As relações cromáticas pareceram-me perfeitas, com nuances de solenidade e poesia. O verde e a paleta floral quebravam a monocromia do espaço que parecia não ter a dimensão adequada ao número de pessoas que ali se encontravam e que aguardavam expectantes pelo vislumbre da imagem. Fiquei em frente à porta com a Celeste Vaz Ferreira, e como todos os outros, à espera. Desenhámos a envolvência para que conseguíssemos introduzir a imagem quando a porta abrisse. Fiz diversas tentativas frustradas (...) depois, foi tudo muito rápido. Deixei de ver fosse o que fosse, «choveram» sacerdotes e o pátio tornou-se muito pequeno e apertado. Atrapalhei-me e em desespero soltei um: «ai que não vejo nada» que pelos vistos se ouviu. Um Padre desviou-se (gentilmente) cedendo-me temporariamente o seu lugar. Isso permitiu-me sugerir a imagem no andor.

O Te Deum é um hino cristão, usado na liturgia católica, foi cantado com veemência pelo Conservatório Regional de Ponta Delgada.
(Caneta caligráfica, aguarela, lápis de cor, grafite e carimbo)                                                «in situ  

As Promessas [5 maio]

Nesta ocasião o Campo fica com um ambiente pesado e dramático. Muitas pessoas cumprem as suas promessas, andando de joelhos à volta do CAMPO apoiadas em círios ou abraçando-os em esforço.
(Caneta caligráfica, marcador, lápis de cor, carimbo e grafite)                                                  «in situ  

As promessas... [5 maio]

(Caneta caligráfica, lápis de cor e grafite)                                                          «in situ  

segunda-feira, maio 07, 2018

os Romeiros [5 maio]


O Coro alto da Igreja do Santuário é incrível, os meus desenhos não são reveladores daquele LUGAR misterioso. Naquele dia os Romeiros transbordaram-no de emoção cantando. Tentei - com o tempo que tinha - fixar isso no meu caderno.                                                                           | 5 de maio 2018

(Caneta caligráfica, lápis de cor e grafite)                                                   «in situ  

Acender das Luzes [4 maio]

O acender das luzes é, em São Miguel, pela sua simbologia um momento de grande curiosidade e alegria popular. Em absoluto contraste com a escuridão da noite  o Convento emancipa-se com intensa iluminação. Tinhamos combinado o ponto de encontro no coreto, não foi fácil alcançá-lo. 
Depois as pessoas lá se disperçaram  conseguimos avançar e aos bocadinhos conquistámos o Coreto e lá nos pusemos a desenhar a ambiência na companhia da Banda Triunfo (Banda dos Cães).

(Caneta caligráfica, marcador, lápis de cor, tinta da China e grafite)                                           «in situ  


sexta-feira, maio 04, 2018

Antes do ACENDER DAS LUZES.... [4 maiol]

Antes do ACENDER das luzes tudo se movimenta numa rede intrincada de afazeres, aposto que acendem à hora marcada.
(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela, marcador e grafite)                                                  «in situ      

As Flores | Repostagem Santo Cristo 2018 [28 ABRIL]

Enquanto aguardávamos pela hora da Conferência de Imprensa para apresentação da Capa da Imagem, fomos desenhando o Claustro do Convento da Esperança. O ambiente de azáfama -apenas pelo ritmo e desfecho das ocorrências- consegue converter a luta contra o tempo em serenidade. Cada pessoa tem a sua função especifica e determinada. Os arranjos vão-se fazendo com as flores que são oferecidas, as que vão chegando integram a «pintura» de modo muito preciso e especial.

(Caneta caligráfica, lápis de cor, aguarela e grafite)                                                      «in situ»